terça-feira, 10 de março de 2009

6.


Há uma noite em todas as coisas. Conseguem vê-la? Não me refiro ao ciclo temporal de monotonia, mas uma presença de escuridão, de oculto, que escapa na agitação de nossas percepções.

È quase como se a verdade me escapasse aos olhos miúpes de vida... e eu não me importe. Também sentes?

Estou cego de sensibiliadade e não me procuro em nada. Já me encontrei. Ainda te procuras por aí?

Aqui o tempo congelou-se, agora o presente repete-se e eu já me sinto seu discípulo.

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