Há uma noite em todas as coisas. Conseguem vê-la? Não me refiro ao ciclo temporal de monotonia, mas uma presença de escuridão, de oculto, que escapa na agitação de nossas percepções.
È quase como se a verdade me escapasse aos olhos miúpes de vida... e eu não me importe. Também sentes?
Estou cego de sensibiliadade e não me procuro em nada. Já me encontrei. Ainda te procuras por aí?
Aqui o tempo congelou-se, agora o presente repete-se e eu já me sinto seu discípulo.
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